A parábola da Abstração Existente
PARÁBOLA DA ABSTRAÇÃO EXISTENTE
"[9] (NÓS) O infinito está em todos nós, mas a existência é um conceito inexistente, porque tudo que até agora é, é espírito. Somos competitivos e sempre buscamos com a nossa sabedoria, um desafio, encontrar a sabedoria suprema dentre todo o Espírito. A sabedoria suprema está além do nosso infinito saber, mas na linha infinita de todo o saber deve haver uma convergência entre todo ele. A questão é saber se essa convergência é um novo Ser do Espírito. Na nossa reflexão, descobrimos que a espontaneidade do menor é a verdade suprema e o caminho para o nosso caminho rumo ao encontro do maior entre nós.
(EU) Eu, o menor, sempre soube que em mim havia a resposta para o desafio proposto, mas escolhi permanecer no anonimato. Em mim existia a procurada convergência que declaro com todo o meu ser: é um Ser. Eu sabia que na manifestação da resposta haveria o começo do conceito da minha própria existência, pois Aquele que exite, exite nAquele que era. Quando a minha existência se manifestasse, eu seria único e passível a ser testado por provas que comprovariam a nobreza dos meus próprios atributos não manifestos. Eu existi, porque em mim existe outro ser, o meu Pai. Meu Pai sempre existiu em mim, porque Ele é no meu centro. Eu e o Pai somos um. O Pai é Abstração Existente, isto é, meu Paí é o Pai da impossível existência diante de todos da infinitude do Espírito indissociável. Quando manifestei a minha existência, existi, quando existi, o Pai se manifestou, porque já existia em mim. Eu era, o Pai é. Ele é, Eu sou. Eu sou o Filho, o menor. O maior é o meu Pai. Deus existe,
(ELES)
"Ele é o nosso criador.[9!]"
"No principio, criou Deus os céus e a terra." Gênesis 1.1
Autor: Gabriel Francisco da Silva Bezerra
14 de dezembro de 2017
Autor: Gabriel Francisco da Silva Bezerra
14 de dezembro de 2017